Apr 3
2008

(Porto Alegre): No dia 27 de junho do ano passado, um homem abriu uma cadeira desmontável de praia em plena Nova York e sentou. Atrás dele, uma fila quilométrica com gente de todos os tipos e idades. Greg e os demais estavam em frente à loja da Apple para comprar um dos aparelhos eletrônicos mais esperados de todos os tempos: o iPhone.

O iPhone como fenômeno mundial só pôde acontecer graças ao investimento maciço em pesquisa, feito todos os anos pela Apple. Ciente da importância disso, a Amadeus investiu, em 2007, o equivalente a Apple em pesquisa e inovação. Foram destinadas 10% das receitas de mais de 3 bilhões de euros. “Hoje, somos uma das 10 empresas européias que mais investem nessa área”, garante Flávio Mesquita, diretor comercial da Amadeus.

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