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Mar 13
2008 |
Na reunião do Conselho de Presidentes e de diretoria da ABAV Nacional – Associação Brasileira de Agências de Viagens, que aconteceu hoje no hotel Maksoud Plaza, na capital paulista - é a primeira vez na história da entidade que todos os presidentes estaduais comparecem ao encontro -, os principais executivos da categoria obtiveram boas notícias das duas maiores companhias aéreas nacionais, no que se refere à remuneração do agente de viagem. Representando a TAM, Klaus Kühnast e Toni Garcia, diretor e gerente Comercial da companhia aérea, ouviram da ABAV que o acordo entre as partes (modelo “Repasse a Terceiros” que passou a vigorar no dia 11 de janeiro) favorece os associados e precisa de pequenos ajustes. Os dois executivos esclareceram todas as dúvidas levantadas pelas regionais da ABAV, resaltaram a importância das vendas através dos agentes - que representam entre 84 e 85% das vendas totais de bilhetes da empresa -, e avançaram também nas negociações para a ampliação do acordo para as vendas de bilhetes internacionais. A TAM diz estar estudando um modelo que atenda todo o mercado e as partes julgam indispensável sensibilizar as companhias estrangeiras que operam no Brasil para a importância de um acordo similar. O maior problema é tecnológico, já que essas companhias estrangeiras não têm ainda como destacar o denominado “Repasse a Terceiros” em seus e-tickets. “Talvez tenhamos que rever a questão dos 10% e, ao invés de pensar em porcentagem, pensar em um valor fixo. Estamos estudando o modelo de referência Travel Agent Service Fee (TASF) para o mercado internacional”, adiantou Klaus. A participação de Tarcisio Gargioni e Eduardo Bernardes Neto, vice-presidente e diretor Comercial da GOL, teve repercussão ainda mais favorável: os dois executivos comunicaram que a GOL concordava em eqüalizar a remuneração dos agentes, concedendo a comissão adicional ou incentivo provisório de 3% (ou seja, 7% + 3% = 10%), a partir de hoje - decisão também tomada para não perder vendas para a TAM. Entretanto, As ações da ABAV Nacional parecem embutir uma estratégia de sustentabilidade de longo-prazo: expandir rapidamente o acordo doméstico e acelerar a implantação de modelo similar para o setor internacional . O objetivo seria criar, consolidar e blindar um Veículo: Business Travel Magazine |









