9 de Junho de 2008

Gol lança check-in por celular

A Gol Linhas Aéreas lançou, na semana passada, um novo serviço de check-in por celular. O usuário que optar pela alternativa recebe, ao chegar no aeroporto, um SMS contendo informações do vôo e um código de barras, que deve ser apresentado no momento do embarque. Apesar da inovação, um cartão físico ainda é emitido após a leitura do código.

Por enquanto o sistema funciona apenas no Rio de Janeiro, no aeroporto Santos Dumont, somente para usuários da Oi, uma das criadoras do projeto. A Gol afirma que em breve o serviço será expandido para outras localidades do Brasil e também para assinantes das demais operadoras.

Veículo: O Estado de S. Paulo

Leia mais em: Yahoo Brasil e Revista Flap Online

4 de Junho de 2008

Neeleman reduz sua participação na Azul de 25% para 20%

O empresário David Neeleman, que nasceu no Brasil, mas ganhou fama nos Estados Unidos ao criar companhias aéreas (sendo a Jet Blue a mais famosa delas), tem 20% do capital de sua mais nova empreitada, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras. A revelação foi feita ontem, na gravação do programa Roda Viva, da TV Cultura, com Lillian Witte Fibe, que está previsto para ir ao ar no dia 23. “Comecei com 25% de participação. Mas fiz um rearranjo para o management e agora tenho 20% das ações, mas 80% dos votos”, explicou o empresário.

A Azul nasce com um capital de US$ 150 milhões. Neeleman, por enquanto, faz segredo de seus sócios. “Só posso dizer que o (George) Soros não é. Ele é acionista da Jet Blue”, disse o brasileiro-americano, limitando-se a sorrir quando foram citados os nomes do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga (da Gávea Investimentos), do fundo americano Weston Presidio e da Cia. Bozano, de Júlio Bozano. Minutos antes, Neeleman havia dito que chegara a analisar os números da BRA, a pedido de um investidor da companhia. “Disse a ele que o dinheiro estava perdido”. O fundo Gávea, de Fraga, é acionista da BRA.

A Azul Linhas Aéreas deve começar a operar no início de 2009, a princípio com três jatos E-195 da Embraer, que serão configurados com 118 poltronas de couro e monitores individuais com TV ao vivo. A empresa está negociando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para que a instituição financie a compra dos jatos - o objetivo é ter acesso a uma linha de crédito em reais, para que as receitas e as despesas da companhia sejam casadas. Até agora, o BNDES financiou apenas a aquisição de jatos Embraer por companhias estrangeiras.

Respondendo às perguntas em português, Neeleman reforçou no Roda Viva que a Azul vai praticar tarifas mais baixas do que a da concorrência, com serviço diferenciado e vôos sem escalas. Diz que conseguirá fazer isso porque terá custos mais baixos. “O custo por assento do E-195 realmente é maior do que o das aeronaves usados pela concorrência”, admitiu. Ele ressaltou, porém, que esse custo não chega a ser 20% superior, como informa a concorrência. “Deverá ficar entre 5% e 6%. Mas o custo do avião é menor. Consigo atingir o ponto de equilíbrio com menos da metade do avião, ou 55 pessoas. Os concorrentes precisam de mais da metade de um avião que comporta 185 passageiros.”

Embora não faça referências diretas, vários sinais indicam que a Azul espera enfrentar maior concorrência da Gol. Quando era presidente da Jet Blue, Neeleman chegou a receber a visita de Constantino Júnior - o empresário brasileiro se inspirou na companhia americana para montar sua empresa no Brasil. Itens como serviço de bordo sem o uso de perecíveis e emissão eletrônica de bilhetes foram copiadas da Jet Blue.

“Hoje, faço a viagem de Nova York ao Brasil de TAM”, diz Neeleman, que havia chegado ontem ao país e que pretende ter a definição do nome do novo presidente da Azul até o fim desta semana. As rotas que a Azul irá operar continuam mantidas em segredo, a sete chaves.

Veículo: Valor Econômico

3 de Junho de 2008

Brasileiros já podem fazer check-in de vôos pelo celular

Gol faz parceria com Oi para oferecer o serviço; por enquanto, apenas no Rio de Janeiro

A Gol e a Oi iniciam a oferta de check-in de vôos pelo celular. A solução Check-in Móvel Gol, desenvolvida pela operadora, começa a ser oferecida no aeroporto Santos Dumont, Rio de Janeiro, para usuários de planos pré e pós-pagos, que utilizem a ponte aérea Rio-São Paulo. O serviço promete evitar a necessidade do passageiro chegar com horas de antecedência e pegar filas.

Os passageiros precisam cadastrar o celular no ato da compra da passagem, preencher os dados solicitados e escolher o assento. Em até quatro antes do vôo, o cliente receberá uma mensagem com código de barras 2D, que deve ser apresentado a um funcionário da Gol no portão de embarque. O cliente recebe um mini-cartão de embarque para apresentar à Infraero.

Por enquanto, o serviço só pode ser usado para passageiros que tenham apenas bagagem de mão. A Gol também tem planos de expandir a oferta para outros aeroportos, e fechar parcerias com mais operadoras de telefonia celular.

A solução de check-in móvel foi desenvolvida pela Oi em parceria com a E-Deploy, e pode ser usada em quase todos os aparelhos. A tecnologia utilizada combina mensagem de texto (SMS), múltimídia (MMS) ou WapPush.

Veículo: IT Web

12 de Maio de 2008

Movimento sobe 8,8% no quadrimestre

As companhias nas rotas domésticas tiveram movimento de 16 bilhões de passageiros quilômetros voados (paxkm) de janeiro a abril deste ano, crescimento de 8,8% sobre igual período de 2007. A TAM, líder no segmento, movimentou 7,9 bilhões paxkm, aumento de 10,4%. Sua participação foi de 49,26% (ante 48,53%). A

Gol Linhas Aéreas, com 6,2 bilhões paxkm, cresceu 6,6%, mas na participação de mercado teve quase um ponto percentual de queda, para 38,43%, ante 39,23% no mesmo período do ano passado. A Varig movimentou 793 milhões paxkm no quadrimestre - participação de 4,95% (ante 4,48% em 2007). A Ocean Air, com 634 milhões de paxkm, cresceu 132,5% e teve 5,93% (2,5 ponto percentual de alta).

Veículo: Gazeta Mercantil

31 de Março de 2008

Serviços ao viajante pelo celular

Fazer e receber ligações não são as únicas ferramentas de seu celular há algum tempo. Agora, cada vez mais, o aparelho torna-se um aliado do viajante em serviços complementares, que surgem para auxiliar a vida de quem vive na estrada - ou mesmo nas nuvens.

Para garantir o melhor desempenho do aparelho, o primeiro passo é informar-se, na própria operadora, sobre os serviços disponíveis para seu tipo de celular. “O viajante precisa contar com informações a qualquer instante”, lembra Felipe Albuquerque, gerente de Negócios Multimídia da Vivo.

Há pouco tempo, a empresa lançou um serviço de previsão de vôos pelo celular. Acessando o portal WAP da operadora, o cliente pode checar horários de chegada e partida de qualquer vôo que tenha pouso ou decolagem em território nacional. Para fazer uma consulta é preciso desembolsar, em média, R$ 0,35.

A TIM também oferece a seus clientes algumas facilidades em viagens. Para ativar o roaming internacional, por exemplo, é preciso discar *144. Quem tem plano pós-pago pode pagar uma tarifa única, cobrada em alguns países da América. Estão nessa lista Estados Unidos e Argentina - dois lugares muito visitados pelos brasileiros. Do exterior para o Brasil, as ligações saem por US$ 3,49 (R$ 6,07) por minuto. Dessa forma, fica mais fácil administrar a conta e não ter surpresas desagradáveis quando chegar em casa.

Quem está em alto-mar também tem serviços especiais. Desde agosto de 2006, a empresa trabalha com tarifas diferenciadas para quem viaja de navio. Na página da operadora na internet (www.tim.com.br), é possível acessar um guia de viagens com tarifas e freqüências de vários países.

Os viajantes podem até enviar e receber mensagens nos aviões, graças a uma parceria da TIM com a On Air, empresa suíça de comunicação a bordo de aeronaves. O serviço ainda é limitado: só vale para clientes pós-pago, com celular habilitado na Europa. Além disso, funciona apenas no A318 da Air France, que ainda está testando essa tecnologia. Cada SMS enviado sai por US$ 1,50 (R$ 2,61). O recebimento é gratuito.

A companhia francesa, aliás, permite que se faça o check-in pelo celular. Os que não têm aparelho habilitado na França podem usar o serviço acessando o endereço htpp://mobile.airfrance.com.

No Brasil, a GOL oferece o check-in pelo celular desde 2004. O cliente que tiver interesse precisa entrar no portal WAP de sua operadora de celular e seguir as instruções para usufruir do serviço. Antes disso, porém, é necessário se cadastrar no site da GOL (www.voegol.com.br).

A United é outra com serviço semelhante. O cliente pode fazer o download de um aplicativo desenvolvido pela companhia para acompanhar o status de seu vôo. O programa, no entanto, só é compatível com sistemas operacionais de smartphones ou PDAs. Brasileiros interessados podem se registrar no site: www.united.com.br/core/portugues/SI/mobile.html.

Outros

Aproveite o celular para tirar fotos dos lugares visitados; use o GPS para se localizar e lembre-se de checar informações de tempo, trânsito e taxas de câmbio.

Veículo: Jornal da Tarde

17 de Março de 2008

Agências Favecc faturam R$ 4,4 bi em 2007

O Fórum das Agências de Viagens Especializadas em Contas Comerciais (Favecc) divulgou na semana passada os números consolidados da movimentação de suas 26 agências no ano passado com a venda de passagens aéreas, diárias hoteleiras, locação de carros, incentivos, eventos e convenções, pacotes e excursões, cruzeiros marítimos e cartões de assistência de
viagem. No total, foram contabilizados RS 4,4 bilhões em receita, dividida entre os mercados nacional (R$ 2,5 milhões) e internacional (R$ 1,9 bilhão). Na comparação com 2006, o faturamento no período foi 4,68% maior.

Desse montante, considerando a divisão por segmento, o setor aéreo respondeu por 39,7% no percentual de vendas para o mercado nacional e 40% no internacional, seguido pela hotelaria (9,6%, no nacional e 1,5% no internacional), e pelas locadoras de carros (1,1% no
setor doméstico e 0,1% no internacional). Na comparação com os números de 2006, no entanto, a hotelaria, com crescimento de 15%, foi o segmento que mais se destacou. “Com os problemas enfrentados pelo setor aéreo, onde atrasos e cancelamentos de vôos foram, freqüentes, muitos executivos acabaram, em um momento ou outro, tendo que antecipar ou postergar o retorno, o que, indiretamente, acabou por beneficiar os hotéis com a ampliação da permanência média dos hóspedes”, aponta o presidente da entidade, Mauro Schwartzmann, como um dos fatores que garantiram essa performance ao segmento.

Motivos semelhantes podem justificar também o aumento registrado na venda de cruzeiros marítimos, produto que o dirigente aponta como tendência a ser mantida em alta neste ano, marcadamente como opção para a realização de convenções e viagens de incentivo. Outro segmento que mereceu destaque no balanço foi o de cartões de assistência ao viajante, visto por Schwartzmann como “mandatório, sobretudo em viagens de negócio”. Em participação de mercado, a movimentação do Favecc aumentou 0,15% - de 26,82% em 2006 para 26,97% em 2007.

Para o presidente da entidade, o mercado está reconhecendo mais o trabalho dos agentes de viagens especializados, o que justifica o crescimento. Outro dado que atesta essa participação, de acordo com o dirigente, foi o aumento no volume de emissão de passagens aéreas - 17%,41 no setor doméstico e 20,05% no internacional. “Investimos mais, trabalhamos mais, empregamos mais e ganhamos menos”, diz Schwartzmann referindo-se
à queda de 24,02% no valor médio da tarifa aérea, que impediu volumes ainda maiores no faturamento das 26 associadas, considerando que a demanda estava super aquecida.

MARKET-SHARE

No que tange especificamente aos segmentos aéreo e hoteleiro, duas marcas mantiveram
o market-share na movimentação das 26 agências Favecc. Entre as aéreas, a Tam lidera no segmento nacional, com 61,17% de participação, seguida por Gol (20,97%), Varig (7,60%) e OceanAir (5,09%). As demais companhias não mencionadas somaram, juntas, 5,17% de volume de venda para as agências corporativas.

Um dado novo do balanço deste ano é que a Tam, com 13,65% de participação no internacional, ultrapassou a American Airlines - líder em 2006 e que este ano ficou em segundo lugar, com 12,32% de participação. Na terceira e quarta colocação, respectivamente, estão Air France (10,70%) e Tap (6,85%). Já no segmento hoteleiro, a liderança está com a Accor, responsável por 15,15% do movimento. O ranking segue com a Atlantica, em segundo lugar, com 8,26% e, nas demais posições, Blue Tree (5,50%), Estanplaza (2,49%), Posadas (1,85%), Promenade (1,24%), Intercity (1,22%) e IHG
(1,21%).

Veículo: Panrotas

17 de Março de 2008

Gol anuncia nova remuneração para agentes de viagem

Veja o comunicado da Gol aos agentes de viagens que informa a implantação da nova política de remuneração para os mesmos.

“Essa nova política tem como objetivo buscar um modelo de remuneração mais próximo da proposta apresentada pela Associação Brasileira de Agentes de Viagens (Abav) Nacional e demonstra o nosso compromisso em manter uma relação transparente, sadia e franca com todos os agentes de viagens. Apresentamos a nova política a seguir:

Incentivo fixo de 3% sobre as vendas domésticas a partir de 11 de Março de 2008 até 31 de Maio de 2008.

Pagamento: diretamente na fatura / decendialmente

Exceções:
- Agências de viagens que possuem seus cadastros na Gol sem remuneração (Fee).
- Agências de viagens que por força legal já recebem remuneração de 10%.

Informações adicionais:
1) Manutenção da Tarifa G exclusiva para venda direta (site):
2) Diferença a menor de 7% para todas as vendas diretas no site da Gol*

Não aplicável para as vendas no Call Center e Aeroportos

Validade: 21 de Março de 2008 até 31 de Maio de 2008.

A Gol reafirma o seu compromisso em atender a Política de Remuneração proposta pela Abav Nacional e prevê essa implementação para o dia 01 de Junho de 2008.

Atenciosamente,
GOL Transportes Aéreos S.A.”

Veículo: Mercado e Eventos

Altos Vôos

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Tecnologia móvel

Tecnologia móvel a serviço dos executivosArtigo sobre tecnologia móvel a serviço dos executivos.

Viagens Corporativas

Upwardly mobile: the next step for travel managementEstudo sobre o uso de mobilidade em viagens corporativas.

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Cecília Ferrarezzi