25 de Agosto de 2008
Capital Federal com atenção especial
A sede político-administrativa do País é uma cidade diferente, condicionada aos efeitos que repercute em escala nacional. No mercado turístico também apresenta características próprias e diversificadas, hoje como destino em crescimento no turismo doméstico e expectativas promissoras no internacional. Atenta à evolução do setor e ratificando a liderança que já vem de vários anos, a Amadeus promoveu seu evento Conexão Amadeus 2008, no dia 18 de julho, com a disposição de mostrar as últimas inovações e soluções tecnológicas.
No salão Veredas, do Mercure Brasília, a companhia mostrou a força de sua liderança e reuniu as mais expressivas empresas do DF, entre as quais a BBTour, operadora que esteve presente com seus gerentes. “A utilização do Amadeus com os sistemas disponíveis é uma das facilidades de qualidade com agilidade e segurança para todo o nosso sistema corporativo de viagens”, foram referências indicadas por Luis Hess, da controladoria, e Marcos Fernando Gay, da área de negócios.
Na sessão, a apresentação inicial do Multi Content Engine (MCE), e demonstrações práticas pela equipe executiva e comercial da Amadeus para um número de participantes que superou as expectativas. Ao salientar o significativo comparecimento, o gerente de marketing, André Fróes, garantiu a volta a Brasília no ano que vem “para comemorar os dez anos de presença da filial brasileira Amadeus”.
Airlines Representações, Voetur, BBTur, WN Turismo, De Rosselli Passagens e Turismo, Viana Turismo, Retour, Objetiva Turismo, Bancorbrás, MWB Viagens e Turismo, Pontos Cardeais, Interline, Coyote, Money, Máster e Capital Turismo estavam entre as empresas presentes, demonstrando o interesse pelos produtos apresentados, em especial o MCE, criada com o propósito de consolidar, em uma única interface, a imensa gama de informações que circula no mercado de viagens e turismo.
Veículo: Brasilturis
18 de Agosto de 2008
Renovando parcerias, alargando conhecimentos
O mercado mineiro apresenta características especiais para a Amadeus. São parceiros fiéis e de longos anos que se mantém atentos aos avanços tecnológicos constantes. Ao mesmo tempo, novas prospecções alcançam grandes corporações. Agências que não trabalham apenas com silêncio tem exigências aplicáveis e correspondem integralmente ao modelo do Conexão 2008 em sua multi-proposta de relacionamento. apresentação de novidades, esclarecimentos de dúvidas e busca de sugestões diretas do próprio mercado.
E foi com o objetivo de oferecer ações com soluções para os parceiros agentes de viagem de Minas Gerais que o Conexão Amadeus retornou a Belo Horizonte em sua edição 2008.
Para reafirmar parcerias e mostrar novos produtos, a reunião de trabalho e relacionamento foi realizada no salão Copérnico do Mercure Lourdes, com os integrantes da equipe Amadeus oferecendo a máxima atenção a um mercado onde o plano é aumentar presença e participação. Entre elogios e observações sobre o trabalho realizado, foram estabelecidos contatos e prospecções de clientes, bem como reafirmadas parcerias de muitos anos, pois avançar no mercado mineiro é uma das prioridades Amadeus neste ano.
A breve comercialização do Multi Content Engine, no segundo semestre de 2008, foi anunciada e muito bem recebida pelos mineiros. A plataforma de conteúdo agregado. o grande projeto em execução para facilitar atividades gerais de reservas, teve investimentos superiores a R$ 1 milhão, com desenvolvimento feito no Brasil e já em sua fase de teste prático de implantação.
Os agentes de Minas Gerais mostraram-se entre os mais interessados pelo novo produto, como destacou o presidente do Sindetur-MG, José Eugênio Aguiar, dono da Hebert Turismo e cliente Amadeus de muitos anos. “Tudo indica que será excelente em sua aplicação. Lógico que vou estar com este novo sistema”. garantiu.
Além de obter orientações sobre o conteúdo do MCE, a Localiza também confirmou que está para completar a primeira fase de integração com o sistema Complete Acess e que fará, em breve, o lançamento no mercado para todas as agências com as quais trabalha. A rede da locadora alcança mais de 3.5 agências em todo o Brasil, além de representações em outros nove países da América Latina.
“Nosso contrato de parceria no processo com a Amadeus foi estabelecido no final de 2006, durante todo este período houve a implantação, já incluindo agora o Acess Plus, e passaremos a atingir um patamar de conectividade mundial através do acesso direto do conteúdo na Localiza”, assinalou o assistente de marketing e vendas, Alexandre Avellar. que compareceu ao Conexão 2008 com Ana Luiz Dias. que assumiu recentemente a coordenação de reservas internacionais.
O diretor de marketing Amadeus, Cláudio Altieri, foi o responsável pela palestra em Belo Horizonte e destacou em sua exposição, os objetivos prioritários em oferecer valor e soluções, produtos e serviços aos clientes. “Para tal é que trabalhamos e investimos de forma consistente. Entendemos que o negócio de viagens para os agentes aporta valor aos seus clientes, daí a importância da parceria tecnológica que representamos”, disse.
Altieri destacou, também, a valorização dos servidos e produtos customizados apresentados na liderança do setor, onde apenas em pesquisas de desenvolvimento realizadas nos últimos anos a Amadeus aplicou na Europa, três vezes mais que o seu principal concorrente.
Veículo: Brasilturs Jornal
5 de Agosto de 2008
Valores compartilhados, tecnologia e foco no cliente
Em 2007 a Kontak tornou-se sócia acionária da rede LTN Brasil (L’alianxa Travel Network Brasil), e firmou um contrato de tecnologia em âmbito regional na América Latina, agregando soluções, inovação tecnológica e experiência na gestão de viagens de negócios, sempre com apoio da tecnologia de ponta da Amadeus. “Acreditamos que nosso sucesso também é resultado do apoio que recebemos da Amadeus, na unificação dos dados, para estarmos preparados para nosso mercado, que é tão competitivo”, conta Leonor Alba, diretora operacional da LTN.
A L’alianxa Travel Network Brasil integra um grupo internacional de travel management companies (TMC) com presença nos mais importantes centros de negócios e turismo do mundo. “Os outros países nos demandam organização de eventos. Isso é bom para o país e é bom para nós. Temos uma unidade focada 100% em eventos com todo apoio da rede latino-americana”, diz Helena Bianco, gerente comercial.
A empresa atua exclusivamente no segmento de viagens corporativas buscando, assim, suprir as necessidades das empresas de forma profissional e consistente. Este é o compromisso da agência – prestar um atendimento completo aos clientes. “A LTN Brasil é uma rede latino-americana presente em 18 países e com quatro escritórios no Brasil. Nosso papel hoje é, efetivamente, trabalhar como consultores, oferecendo soluções tecnológicas e serviços para nossos clientes”, explica Gervásio Tanabe, diretor comercial da empresa.
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5 de Agosto de 2008
Brazil Incoming Service comemora 20 anos com foco no atendimento personalizado a contas corporativas
Os sócios da Brazil Incoming Service – agência que está celebrando 20 anos – Gerson Pereira e Leonor Rufino zelam pelo atendimento diferenciado e de qualidade. Um atendimento que vai além de oferecer o que cada cliente precisa, passando pelo detalhamento de cada necessidade, orientação e assessoramento em todos os aspectos da viagem.
“Nem sempre o que está sendo solicitado é o que o passageiro ou a empresa realmente precisa. Nosso diferencial é auxiliar na estruturação das demandas, a fim de obter as melhores condições e resultados para nossos clientes”, afirma Gerson. Para isso, eles contam com o apoio da tecnologia Amadeus desde os primeiros anos e mantêm um banco de dados com cadastros gerais e preferências de todos os clientes e fornecedores.
Com sede em São Paulo, a Brazil Incoming atende contas corporativas com foco em empresas de pequeno e médio porte que mantêm redes nacionais e internacionais de negócios. “A Brazil Incoming é uma empresa que não é apenas escolhida, mas que também escolhe seus clientes”, diz Leonor Rufino.
23 de Junho de 2008
Continental e United firmam parceria operacional
A Continental Airlines e a United Airlines se comprometeram ontem a estabelecer uma parceria de cooperação para ligar suas redes e serviços em todo o mundo. Segundo as duas empresas, a parceria seria muito mais profunda que os acordos comuns de operação compartilhada.
Além do esboço do acordo, a Continental ainda afirmou que irá deixar a aliança operacional SkyTeam e se juntar à rival Star Alliance, da qual a United é integrante. Esse é o primeiro passo das duas para formatar um acordo abrangente de joint ventures com outras companhias da aliança para operação das rotas transatlânticas e para a América Latina e Ásia.
O acordo vem poucas semanas após as duas companhias terem rejeitado a possibilidade de uma fusão, como a fechada entre a Delta Air Lines e a Northwest Airlines. A parceria, portanto, manterá as duas empresas como entidades separadas, cada qual com sua marca. Mesmo assim, de acordo com o executivo-chefe e presidente do conselho da United, Glenn Tilton, esse acordo “vai muito além dos contratos tradicionais de parceria operacional (code share)”. No segmento doméstico, as duas planejam coordenar conjuntamente seus processos de reservas, emissão de bilhetes, check-in, conexões e transporte de bagagens.
Com a mudança para a Star Alliance, a Continental pedirá que o Departamento de Transportes (DoT, na sigla em inglês) dos EUA estenda para ela a imunidade anti-truste concedida pelo órgão à aliança operacional. Além da United, a Lufthansa, a Air Canada e outras seis empresas são beneficiadas atualmente por essa imunidade.
“Isso permitirá que a Continental estabeleça joint ventures transatlânticas e internacionais com outros membros da Star Alliance e que incluirão faturamento conjunto”, afirmou a companhia em nota.
Desde a fusão entre a Delta e a Northwest, a Continental vinha avaliando a possibilidade de sair do SkyTeam, uma vez que as duas também integram a aliança.
“Em um negócio de rede, há um valor significativo a ser ganho com a ligação de grandes malhas para oferecer uma cobertura realmente nacional e para expandir o alcance global”, disse o presidente do conselho e executivo-chefe da Continental, Larry Kellner.
Veículo: Valor Econômico
20 de Junho de 2008
Operadoras apostam nas vendas on line
É possível verificar hotéis, aluguel de carros e comparar preços
Um número crescente de agências turísticas e empresas que também atuam no setor têm levado à internet suas estruturas de vendas. No início deste mês, o Carrefour, uma das maiores redes varejistas do País, lançou seu portal de viagens na internet. A ferramenta possibilitará a venda de passagens aéreas, reservas de hotel, locação de veículos e pacotes nacionais e internacionais on line. Além das vendas diretas, a ferramenta representará um suporte para as estruturas fisicas do Turismo Carrefour. “Hoje, é muito raro ver um cliente que chega em uma agência de turismo sem já ter pesquisado na internet previamente o destino que vai visitar e as opções de viagens”, comenta Paulo Silveira, diretor de serviços do Grupo Carrefour.
A incursão da gigante dos supermercados no turismo on line chama a atenção para o potencial deste mercado. De acordo com pesquisa da Jupiter Media, empresa especializada em tecnologia, as vendas de produtos turísticos pela internet movimentaram R$ 3,2 bilhões no Pais em 2007 e deve chegar a R$ 10,2 bilhões em 2010 - crescimento anual de 31%. “0 Brasil conta com 40 milhões de usuários de internet, e os negócios no turismo estão crescendo, por isso muitas empresas passam a colocar sua estrutura de vendas na rede”, explica Luiz Gabriel Menis, executivo de contas da Amadeus Brasil, empresa especializada na construção de sites de viagens e criadora da página do Carrefour.
Além das redes varejistas, o mergulho na web envolve agências e operadoras tradicionais. Nos últimos anos, grandes companhias passaram a apostar na internet para oferecerem seus serviços turísticos, a partir de acordos com operadoras, hotéis e empresas aéreas. O site de e-commerce Submarino, por exemplo, disponibilizou, em 2005, um serviço especial para os viajantes, enquanto a CVC desenvolveu um site onde expõe todos os seus pacotes, com opções de compras on line. “Os sites oferecem mais comodidade na comparação de preços e mais segurança no pagamento, pois termina com o repasse do número de cartão de crédito pelo telefone, no caso dos call centes”, argumenta Menis.
Além disso, as agências descobriram na internet uma ferramenta mais econômica para operar, uma vez que eliminam custos com agências fisicas e centrais de telefonia. Esta vantagem foi um dos motivos que levaram a agência Copastur a criar recentemente o Rapi10, seu braço de turismo on line focado em viagens de lazer. Inicialmente, a empresa tinha atuação em lojas, mas desde maio conta com um portal na web.
“Nossa expectativa é de que 85% das vendas sejam realizadas através do portal”, comenta Edimar Mendonza, diretor do Rapi1O. A companhia oferece confirmação imediata de reserva e apoio de atendentes no site, que ajudam a verificar a disponibilidade em hotéis, marcar aluguel de carros e comparar preços de passagens aéreas. No total, são mais de 20 mil estabelecimentos cadastrados. “A internet proporcionará mais produtividade aos nossos atendentes, o que possibilitará um aumento nas margens e preços a mais competitivos”, completa Mendonza.
Alunos aprendem cultura gaúcha
Alunos de escolas municipais de ensino básico de cidades gaúchas serão o público-alvo do Turismo Pedagógico, programa que será promovido pela Secretaria de Turismo de Porto Alegre em parceria com a Federação dos Municipios do Rio Grande do Sul (Famurs) e operado pela ONG Caminhos da Cultura. O termo de cooperação foi assinado na semana passada.
O programa promoverá excursões educacionais à Capital, com duração de um dia, para um contato direto dos estudantes com a memória viva presente no patrimônio arquitetónico, artistico, cultural e folclórico do Centro Histórico de Porto Alegre. Aidéia é fortalecer o reconhecimento das origens da colonização e da história do Estado.
Veículo:Jornal do Comércio
17 de Junho de 2008
Fluxo de turistas entre o Brasil e o Japão vai crescer 25% este ano
Após registrar um decréscimo de aproximadamente 15% no fluxo de turistas japoneses para o Brasil em 2007, na comparação com 2006, este ano o mercado promete se recuperar, incentivado também pelas comemorações do centenário da imigração japonesa no País. A expectativa é de crescimento médio na casa dos 25%, recebendo entre 70 e 80 mil japoneses, segundo informou o Ministério do Turismo, por meio do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), órgão responsável pela promoção do destino Brasil no exterior. Esse aquecimento tem estimulado também os negócios de empresas do turismo no País, como Japan Airlines (JAL), Blue Tree Hotels e Queensberry, que estimam alta nos negócios de até 25% em 2008.
A rede Blue Tree Hotels, em virtude do Centenário da Imigração Japonesa, vislumbra um crescimento de 20% no número de grupos vindos do Japão em relação ao ano passado. Isso porque o Japão é atualmente o 14º principal mercado emissor de turistas para o Brasil. Eles foram os principais turistas asiáticos no País em 2007, somando 63.381 visitas. De 2003 a 2007, houve um crescimento de 23,3% de turistas japoneses que visitaram o País.
“Em 2007 o Estado de São Paulo recebeu 15 mil hóspedes japoneses, sendo que na rede este número chegou a cerca de 20 mil. Graças às comemorações do centenário, receberemos várias comitivas, autoridades e grupos culturais e de lazer das 47 províncias do Japão, que estão promovendo diversas atividades especiais com as representações das associações no Brasil”, disse Chieko Aoki, presidente da rede.
A Blue Tree, que passou a oferecer vários serviços personalizados para este público, também se prepara para assumir a administração de alguns empreendimentos que estão em construção em diversas regiões, com a pretensão de passar das atuais 25 unidades - 23, no Brasil e duas, na Argentina - para 55, das quais 35 localizadas no País e 20, distribuídas pela América Latina.
“Vamos inaugurar no mês de julho um novo hotel em São José dos Campos (SP) e, até o fim do ano, em Manaus (AM). E em 2009 chegaremos a Rio Verde (GO)”, contou Chieko.
Transporte
A companhia aérea Japan Airlines, cujo faturamento registrado no País chegou a US$ 65 milhões em 2007, ano em que transportou entre 50 e 60 mil japoneses rumo ao Brasil - mantendo a mesma média em relação aos brasileiros transportados para o Japão -, planeja manter o mesmo ritmo de crescimento este ano. Alcançando um alto índice de ocupação em seus vôos, com média de 94%, a empresa quer avançar mais 20% no mercado ainda este ano, mantendo a taxa atingida no ano passado.
“Temos espaço para operar mais duas freqüências semanais; no entanto, a alta do petróleo inibe essa perspectiva de expansão para o ano em curso”, apontou Shigehiko Komatsu, diretor de Vendas para o Brasil da aérea. Atualmente o mercado brasileiro é servido por três freqüências semanais operadas pela companhia com um Boeing 747-400. Na semana em que acontecem os eventos do centenário, a JAL vai operar dois vôos extras entre os dois países.
Komatsu conta que cerca de 60% dos passageiros vêm ao País a negócios, sendo, a maioria deles, funcionários de multinacionais japonesas, como as montadoras Honda e Toyota e a siderúrgica Nippon Steel, que vai iniciar suas atividades em Cubatão. “Os japoneses que chegam ao País são engenheiros, e muitos buscam novas oportunidades de negócios por aqui”, comentou.
Segundo o Ministério do Turismo, os destinos mais procurados por esses turistas são Foz do Iguaçu, Manaus e São Paulo. Komatsu ressaltou que os roteiros mais atrativos para os japoneses são aqueles ligados ao ecoturismo e à cultura. “Um estado que poderia ser mais explorado na divulgação é Minas Gerais, pois dispõe de uma grande riqueza cultural”, comentou o diretor da JAL.
Entre os passageiros que saem do Brasil rumo ao Japão, os destinos mais procurados são de Tóquio até Kyoto, além de Hiroshima e Nagasaki.
Pacotes
O número de operadoras e de agências de viagens que comercializam pacotes com destino ao Japão e à Ásia como um todo ainda é pequeno se comparado aos demais destinos internacionais. Na operadora Queensberry, que projeta um crescimento de 25% para este ano, a porcentagem de passageiros embarcados para aquele país ainda é pequena, mas a média de permanência é de sete dias.
“O Japão é um destino muito caro, por isso não tem grande movimento de passageiros”, avaliou Érika Matsuno, gerente de Ásia, Oceania e Pacífico Sul.
O Ministério do Turismo (MTur) quer aproveitar este ano de 2008, chamado de Ano de Intercâmbio Brasil-Japão, para ampliar o número de turistas japoneses que vêm ao País. De acordo com a pasta, o turista japonês permanece, em média, 13 dias no destino visitado, e é um dos que mais gastam no mundo - cerca de US$ 200 por dia.
O principal foco do Brasil, até 2010, são os japoneses aposentados. Conforme o ministério, japoneses que nasceram entre 1947 e 1950 têm alto poder aquisitivo, fazem viagens longas e têm interesse nos destinos exóticos.
Para o ministério, no entanto, o País tem potencial para atrair 925 mil turistas japoneses por ano. O Japão é o sétimo maior emissor de turistas do mundo, mas apenas 0,2% deles vem ao Brasil.
O órgão de turismo brasileiro investe na promoção do destino no exterior por meio de viagens para os profissionais de turismo e imprensa. Na última, foram visitadas Foz do Iguaçu , Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Manaus (AM), Bonito (MS), Lençóis Maranhenses (MA) e Brasília (DF). (Alexandre Melo)
Veículo: DCI
























