17 de Março de 2008
Agências Favecc faturam R$ 4,4 bi em 2007
O Fórum das Agências de Viagens Especializadas em Contas Comerciais (Favecc) divulgou na semana passada os números consolidados da movimentação de suas 26 agências no ano passado com a venda de passagens aéreas, diárias hoteleiras, locação de carros, incentivos, eventos e convenções, pacotes e excursões, cruzeiros marítimos e cartões de assistência de
viagem. No total, foram contabilizados RS 4,4 bilhões em receita, dividida entre os mercados nacional (R$ 2,5 milhões) e internacional (R$ 1,9 bilhão). Na comparação com 2006, o faturamento no período foi 4,68% maior.
Desse montante, considerando a divisão por segmento, o setor aéreo respondeu por 39,7% no percentual de vendas para o mercado nacional e 40% no internacional, seguido pela hotelaria (9,6%, no nacional e 1,5% no internacional), e pelas locadoras de carros (1,1% no
setor doméstico e 0,1% no internacional). Na comparação com os números de 2006, no entanto, a hotelaria, com crescimento de 15%, foi o segmento que mais se destacou. “Com os problemas enfrentados pelo setor aéreo, onde atrasos e cancelamentos de vôos foram, freqüentes, muitos executivos acabaram, em um momento ou outro, tendo que antecipar ou postergar o retorno, o que, indiretamente, acabou por beneficiar os hotéis com a ampliação da permanência média dos hóspedes”, aponta o presidente da entidade, Mauro Schwartzmann, como um dos fatores que garantiram essa performance ao segmento.
Motivos semelhantes podem justificar também o aumento registrado na venda de cruzeiros marítimos, produto que o dirigente aponta como tendência a ser mantida em alta neste ano, marcadamente como opção para a realização de convenções e viagens de incentivo. Outro segmento que mereceu destaque no balanço foi o de cartões de assistência ao viajante, visto por Schwartzmann como “mandatório, sobretudo em viagens de negócio”. Em participação de mercado, a movimentação do Favecc aumentou 0,15% - de 26,82% em 2006 para 26,97% em 2007.
Para o presidente da entidade, o mercado está reconhecendo mais o trabalho dos agentes de viagens especializados, o que justifica o crescimento. Outro dado que atesta essa participação, de acordo com o dirigente, foi o aumento no volume de emissão de passagens aéreas - 17%,41 no setor doméstico e 20,05% no internacional. “Investimos mais, trabalhamos mais, empregamos mais e ganhamos menos”, diz Schwartzmann referindo-se
à queda de 24,02% no valor médio da tarifa aérea, que impediu volumes ainda maiores no faturamento das 26 associadas, considerando que a demanda estava super aquecida.
MARKET-SHARE
No que tange especificamente aos segmentos aéreo e hoteleiro, duas marcas mantiveram
o market-share na movimentação das 26 agências Favecc. Entre as aéreas, a Tam lidera no segmento nacional, com 61,17% de participação, seguida por Gol (20,97%), Varig (7,60%) e OceanAir (5,09%). As demais companhias não mencionadas somaram, juntas, 5,17% de volume de venda para as agências corporativas.
Um dado novo do balanço deste ano é que a Tam, com 13,65% de participação no internacional, ultrapassou a American Airlines - líder em 2006 e que este ano ficou em segundo lugar, com 12,32% de participação. Na terceira e quarta colocação, respectivamente, estão Air France (10,70%) e Tap (6,85%). Já no segmento hoteleiro, a liderança está com a Accor, responsável por 15,15% do movimento. O ranking segue com a Atlantica, em segundo lugar, com 8,26% e, nas demais posições, Blue Tree (5,50%), Estanplaza (2,49%), Posadas (1,85%), Promenade (1,24%), Intercity (1,22%) e IHG
(1,21%).
Veículo: Panrotas
12 de Março de 2008
Transporte aéreo cresceu 12,9% em fevereiro
O transporte aéreo de passageiros no País registrou expansão de 12,9% em fevereiro em relação ao mesmo período do ano passado, informou ontem a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A oferta de assentos teve aumento de 15,8% na mesma base de comparação. No primeiro bimestre, o crescimento acumulado da demanda ficou em 9,3%, com 12,7% de aumento na oferta de assentos.
O fluxo de passageiros para o exterior,entre as companhias aéreas brasileiras, teve expansão de 50% em fevereiro, com avanço de 53,8% na quantidade de assentos oferecidos.
A taxa de ocupação dos aviões nos vôos domésticos ficou em 66% no mês passado, sendo que em fevereiro de 2007 foi de 68%. Nos vôos internacionais, o aproveitamento dos aviões foi de 66%, ante 67% de fevereiro do ano passado.
A TAM respondeu por 50,59% do transporte doméstico de passageiros em fevereiro, seguida pela Gol, com 38,41%, e pela OceanAir, com 3,96%. A Varig, que pertence à Gol, ficou na quarta posição, com 3,67%. Juntas, as quatro maiores empresas aéreas brasileiras detêm 96,63% do fluxo de passageiros transportados no País.
Veículo: O Estado de S.Paulo
7 de Março de 2008
Aposentado pode fazer as malas
O público alvo em ascensão para o segmento turístico, a terceira idade, carinhosamente reconhecida como “melhor idade” será contemplada pela OceanAir, a partir deste sábado, 23, com passagens pela metade do preço para todos os destinos domésticos da companhia aérea.
A promoção, válida para maiores de 65 anos, se estenderá até o dia 22 de março e permitirá que os passageiros viajem às terças, quartas e quintas feiras. As reservas estão sujeitas à disponibilidade de assentos.
O regulamento da promoção está disponível no site da companhia (www.oceanair.com.br). As reservas podem ser feitas pelos telefones 4004-4040, nas principais capitais, e 0300-789 8160, para as demais cidades, ou por um agente de viagens.
Veículo: Webtranspo
7 de Março de 2008
Fundador da JetBlue apresenta à Anac seu plano de vôo
O empresário David Neeleman, fundador da companhia aérea americana JetBlue, apresentou pessoalmente ontem, à cúpula da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), seus planos de entrar no mercado brasileiro.
Neeleman reuniu-se em Brasília com a presidente da Anac, Solange Vieira, e outro diretor da agência, Alexandre de Barros. No encontro, não protocolou nenhum pedido formal, mas confirmou sua intenção de iniciar as operações até 2009. O fundador da JetBlue, que implantou o conceito “low cost, low fare” (baixo custo, baixa tarifa) no mercado americano e inspirou a brasileira Gol, tem duas opções: criar uma companhia do zero ou adquirir uma pequena empresa já existente - o que lhe daria a vantagem de dispensar uma série de procedimentos intermediários, como a obtenção do Cheta (certificado de habilitação de empresa de transporte aéreo), documento imprescindível para iniciar operações no setor e que pode demorar mais de um ano para sair.
Os planos de Neeleman para o Brasil se baseiam no uso de aeronaves E-190 da Embraer para ligar cidades de médio e grande porte, sem passar necessariamente pelos principais “hubs” (centros de conexões). O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse na semana passada ao Valor que o empresário americano havia comunicado à Anac a intenção de adquirir 60 aviões da Embraer. Pelo menos 36 aeronaves já teriam sido encomendadas.
Por ter cidadania brasileira, Neeleman não tem problemas em atender à legislação nacional, que limita em 20% a participação de estrangeiros no capital votante de empresas aéreas. Ele nasceu em São Paulo, nos anos 50, quando seu pai Gary, jornalista, era correspondente da agência de notícias americana UPI. Depois, ainda na juventude, retornou ao país como missionário mórmon.
Neeleman deixou a presidência da JetBlue no ano passado, após uma série de incidentes e atrasos em cascata dos vôos da companhia. Mas ele continua mandando no conselho de administração da empresa e agora enxerga no Brasil a possibilidade de erguer uma terceira força no mercado doméstico.
A estratégia que pretende usar - vôos ponto a ponto, com aeronaves menores que os Boeing 737-800 da Gol e os A320 da TAM, com capacidade para mais de 160 passageiros - é semelhante à proposta anunciada pela BRA. A companhia da família Folegatti chegou a encomendar jatos da Embraer com a mesma finalidade, mas endividou-se no meio do caminho e parou de operar no ano passado.
Hoje, TAM e Gol (abrangendo as atividades da Varig) detêm quase 95% do mercado doméstico. A OceanAir, terceira maior do setor, tem menos de 5%. Nos Estados Unidos, a JetBlue notabilizou-se pelos baixos preços, mas, ao contrário das européias EasyJet e RyanAir, seus serviços não são tão espartanos. As aeronaves freqüentemente têm bancos de couro e espaço acima da média entre as poltronas. Em um avião que ainda está em fase de testes, pode-se até usar a internet pelo aparelho de telefone celular, recebendo e mandando mensagens eletrônicas. Adepto da automatização, Neeleman também foi um dos impulsionadores do uso de e-ticket na aviação, dispensando a papelada usada anteriormente para viajar.
Veículo: Valor Econômico
22 de Fevereiro de 2008
OceanAir lança promoção com 50% de desconto para terceira idade
O público alvo em ascensão para o segmento turístico, a terceira idade, carinhosamente reconhecida como “melhor idade” será contemplada pela OceanAir, a partir deste sábado, 23, com passagens pela metade do preço para todos os destinos domésticos da companhia aérea.
A promoção, válida para maiores de 65 anos, se estenderá até o dia 22 de março e permitirá que os passageiros viajem às terças, quartas e quintas feiras. As reservas estão sujeitas à disponibilidade de assentos.
O regulamento da promoção está disponível no site da companhia (www.oceanair.com.br). As reservas podem ser feitas pelos telefones 4004-4040, nas principais capitais, e 0300-789 8160, para as demais cidades, ou por um agente de viagens.
Veículo: Webtranspo Online


















