18 de Agosto de 2008
Amadeus desenvolve novo portal de vendas da Avipam
A Avipam, empresa parceira do grupo BCD Travel no Brasil, já está utilizando seu novo portal on-line para vendas corporativas, que oferece a seus clientes uma interface para vendas e gestão de viagens. Desenvolvida pela Amadeus Brasil, a nova interface é uma plataforma multi-conteúdos (GDS e web services Tame Gol) que permite acesso a todas as tarifas públicas, negociadas e web por uma mesma interface. A White Martins é um dos clientes da Avipam que já está utilizando a nova ferramenta.
A Amadeus e a Avipam assinaram em 2007 o contrato para o desenvolvimento de uma plataforma tecnológica integrada de vendas e operações. A Amadeus trabalhou na integração tanto dos conteúdos de viagens quanto das etapas do processo de atendimento e políticas comerciais da Avipam/BCD. Segundo a Amadeus, os ganhos diretos em produtividade e economia em diversas etapas são obtidos com a dinamização do fluxo de trabalho em todos os pontos de venda da agência, melhores níveis de serviço e atendimento aos clientes, além da geração de novas receitas com padronização de políticas, venda de novos produtos e ampliação da oferta de serviços.
Veículo: Panrotas
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24 de Junho de 2008
GOL oferece até amanhã bilhetes a partir de R$ 1 para viagens até dia 26
A Gol reedita a promoção “Tarifas Imperdíveis” neste final de semana, 21 e 22 de junho, com passagens a partir de R$ 1. A tarifa promocional, disponível pelo site www.voegol.com.br, contempla viagens realizadas entre amanhã (21) e a próxima quinta-feira (26) para todos os 48 destinos domésticos da companhia. Combinações entre tarifas promocionais são permitidas somente para aquelas com valores superiores a R$ 30. A promoção é válida para viagens de ida e volta com estadia mínima de duas noites. Tarifas e o regulamento completo da promoção estão disponíveis no site da Gol.
Veículo: www.businesstravel.com.br/
17 de Junho de 2008
Lan e Amadeus fazem acordo para distribuição de conteúdo
A Amadeus anuncia que firmou um acordo para a distribuição de tarifas e inventários de vôos das companhias aéreas do Grupo Lan, um dos principais da América Latina, por meio do Sistema Amadeus.
Com o novo acordo, que já está em vigor, a Lan garante a disponibilidade de sua oferta para as agências de viagens usuárias do sistema Amadeus em todo o mundo. A companhia aérea garante que suas tarifas, seus horários, assentos e inventários públicos disponíveis por meio do Sistema Amadeus são idênticos aos oferecidos por qualquer outro canal independente.
“Estamos satisfeitos por ter selado este acordo com a Lan, que reforça nosso compromisso com as companhias aéreas, que se beneficiam ao permitir o acesso a seu conteúdo pelo Sistema Amadeus, e também com as agências de viagens, que assim podem prestar um serviço melhor a seus clientes”, ressalta Christian von Thuemen, diretor executivo da Amadeus para América Latina. “Em 2007, as reservas feitas pelas agências de viagens por meio do Sistema Amadeus geraram uma receita de US$ 71.120 milhões para as companhias aéreas”, finalizou.
Veículo: Abgev
10 de Junho de 2008
Brasileiras querem adiar liberação de preços
O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) elaborou um estudo para tentar convencer o Ministério da Defesa a adiar o plano de aplicar a liberdade tarifária em vôos do Brasil para a Europa e a América do Norte. É uma primeira ação oficial das companhias aéreas, em que elas afirmam ter condições competitivas desfavoráveis em relação às estrangeiras.
A liberdade de tarifas começou a ser aplicada pela primeira vez nos vôos do Brasil para a América do Sul, no início deste ano, por determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) . A medida prevê que sejam totalmente eliminados os preços mínimo e máximo estabelecidos para passagens internacionais, de forma que as companhias possam estabelecer qualquer tarifa. A agência já divulgou que pretende estender a política de liberalização para todos os outros continentes e para isso deve realizar consultas públicas. (more…)
10 de Junho de 2008
Companhia é contra nova legislação
A limitação de emissões de a partir de 2012 proposta pela União Européia (UE) é discriminatória, segundo Jean-Cyril Spinetta, presidente da Air France KLM. “É muito importante que essa regulamentação seja para todos e não apenas para as empresas européias”, disse o executivo.
Membros do bloco econômico sugeriram em 2006 fixar cotas de emissões para as companhias aéreas que operam no continente. A lei passaria a valer para rotas a partir de 2011 para os vôos dentro da Europa e a partir de 2012 para vôos com origem e destino na UE. Quem superar as metas pagaria uma taxa fixada pela UE.
Segundo ele, a nova legislação pode impactar nos custos das companhias e poderia levar à redução da oferta de vôos e até mesmo a tarifas mais caras. “Isso tudo por uma medida de efeito quase nulo”.
Veículo: Gazeta Mercantil
10 de Junho de 2008
Combustível consome mais de 50% da receita de passagens aéreas nos EUA
Pode-se voar entre Nova York e Los Angeles, uma viagem de cinco horas, por meros US$ 400, ida-e-volta, mais impostos e tarifas de governo. Desses US$ 400, quanto você acha que a companhia aérea vai gastar em combustível?
Quase US$ 300 por passageiro, aos preços atuais. Só o aumento de US$ 10,75 no preço do barril de petróleo na sexta-feira elevaria os custos para a aérea JetBlue em quase US$ 24.
Embora a maioria das pessoas saiba quanto custa para abastecer seus carros, poucos têm idéia de quanto pagam pelo combustível quando pegam o avião de uma companhia aérea. E é um valor chocantemente alto aos preços atuais - nos Estados Unidos, bem mais que 50% do preço médio das passagens em muitas rotas.
Isso não deixa muito dinheiro para cobrir todos os outros custos de uma companhia aérea - mão-de-obra, aviões, manutenção, seguro, tarifas de uso do aeroporto, instalações e administração. E ajuda a explicar por que voar virou um tal sofrimento, com companhias aéreas cortando serviços, aumentando preços, cobrando uma pilha de tarifas e regulando várias outras coisas.
Antes da invenção da turbina a jato, o combustível era a grande despesa das companhias aéreas. Mas os jatos eram muito mais econômicos e a mão-de-obra passou a ocupar a posição de maior despesa. Agora o setor deu meia-volta, com o combustível de novo como maior despesa, diz Andrew Watterson, sócio da consultoria Oliver Wyman Group, uma divisão da Marsh & McLennan Cos.
“Se esta situação perdurar, a viagem de avião vai se tornar uma empreitada bem mais cara”, diz Watterson. As companhias aéreas, observa, cortaram os custos o suficiente para lucrar no ano passado, quando os preços do petróleo estavam em torno de US$ 70 por barril. Mas a US$ 135 ou mais por barril a situação “está drasticamente diferente”.
A Oliver Wyman analisou números das companhias aéreas americanas e encontrou uma média de custo do combustível por passageiro, considerando o que seria um vôo ida-e-volta médio num avião médio, de US$ 137,60 para o petróleo a US$ 135 por barril. A média de passagem ida-e-volta para os vôos domésticos nos EUA é estimada em US$ 263, sem incluir impostos e outras tarifas do governo. Na média das aéreas americanas, mais de metade do preço da passagem é gasto para comprar combustível.
É uma quantia impressionante quando se considera que apenas quatro anos atrás as despesas com combustível consumiam só 10% a 20% das passagens. Para cobrir a alta dos preços do combustível este ano, as empresas precisam conseguir cerca de US$ 60 a mais em média por passageiro - daí a enxurrada de tarifas de bagagem, alta no custo da passagem e outras tentativas de arrancar mais dinheiro dos clientes.
Um vôo como o de Nova York a Los Angeles, que é a rota longa de maior tráfego nos EUA, mostra o impacto do combustível por passageiro de maneira bem clara.
As companhias aéreas não divulgam publicamente a rentabilidade de rotas específicas, mas têm de informar vários dados operacionais ao governo americano. A JetBlue, por exemplo, informou em seus relatórios ao governo que seus A320 queimam em média 2.919 litros de combustível por hora, de modo que a conta total para uma viagem de ida e volta entre os aeroportos de Nova York e Long Beach, na região de Los Angeles, chega a mais de US$ 35.000 se o querosene de aviação estiver a US$ 1,06 por litro, o preço quando o barril de petróleo está em torno de US$ 135. Divida isso pelo número médio de passageiros da JetBlue, e o custo de combustível por passageiro fica em US$ 290.
Considere-se que a tarifa média da JetBlue nessa rota, no quarto trimestre, era de US$ 376, sem impostos. As passagens subiram este ano, mas não o suficiente para compensar a alta de US$ 140 na conta de combustível por passageiro desde o ano passado.
As estimativas não levam em conta outras receitas que as empresas recebem, de carga, venda de milhas e sobretaxas por bagagem ou multas por troca de passagem, por exemplo, e não incluem os hedges (coberturas no mercado futuro) de combustível que podem reduzir quanto uma aérea realmente paga pelo querosene de aviação. Mas um porta-voz da JetBlue confirma que aqueles números estão próximos das contas atuais da empresa.
A American, que opera jatos Boeing 767-200 entre os aeroportos de Nova York e Los Angeles, consegue uma receita média maior por passageiros que a JetBlue porque transporta mais viajantes a negócios e oferece assentos de executiva e primeira classe nessa rota. No quarto trimestre, seu preço médio na rota era de US$ 610.
Mas, se as passagens são mais caras, a conta de combustível também é. Um 767-200 da American queima em média 60.498 litros de querosene de aviação numa viagem ida-e-volta entre as duas cidades, segundo informes da empresa ao governo. Isso representa uma conta por passageiro de US$ 484, presumindo que os vôos tenham ocupação de 79%, a média da empresa.
A American afirma não divulgar números específicos por questões de concorrência, mas informa que essas estimativas estão “decididamente próximas” dos números naquela rota.
Veículo: Valor Econômico
4 de Junho de 2008
Neeleman reduz sua participação na Azul de 25% para 20%
O empresário David Neeleman, que nasceu no Brasil, mas ganhou fama nos Estados Unidos ao criar companhias aéreas (sendo a Jet Blue a mais famosa delas), tem 20% do capital de sua mais nova empreitada, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras. A revelação foi feita ontem, na gravação do programa Roda Viva, da TV Cultura, com Lillian Witte Fibe, que está previsto para ir ao ar no dia 23. “Comecei com 25% de participação. Mas fiz um rearranjo para o management e agora tenho 20% das ações, mas 80% dos votos”, explicou o empresário.
A Azul nasce com um capital de US$ 150 milhões. Neeleman, por enquanto, faz segredo de seus sócios. “Só posso dizer que o (George) Soros não é. Ele é acionista da Jet Blue”, disse o brasileiro-americano, limitando-se a sorrir quando foram citados os nomes do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga (da Gávea Investimentos), do fundo americano Weston Presidio e da Cia. Bozano, de Júlio Bozano. Minutos antes, Neeleman havia dito que chegara a analisar os números da BRA, a pedido de um investidor da companhia. “Disse a ele que o dinheiro estava perdido”. O fundo Gávea, de Fraga, é acionista da BRA.
A Azul Linhas Aéreas deve começar a operar no início de 2009, a princípio com três jatos E-195 da Embraer, que serão configurados com 118 poltronas de couro e monitores individuais com TV ao vivo. A empresa está negociando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para que a instituição financie a compra dos jatos - o objetivo é ter acesso a uma linha de crédito em reais, para que as receitas e as despesas da companhia sejam casadas. Até agora, o BNDES financiou apenas a aquisição de jatos Embraer por companhias estrangeiras.
Respondendo às perguntas em português, Neeleman reforçou no Roda Viva que a Azul vai praticar tarifas mais baixas do que a da concorrência, com serviço diferenciado e vôos sem escalas. Diz que conseguirá fazer isso porque terá custos mais baixos. “O custo por assento do E-195 realmente é maior do que o das aeronaves usados pela concorrência”, admitiu. Ele ressaltou, porém, que esse custo não chega a ser 20% superior, como informa a concorrência. “Deverá ficar entre 5% e 6%. Mas o custo do avião é menor. Consigo atingir o ponto de equilíbrio com menos da metade do avião, ou 55 pessoas. Os concorrentes precisam de mais da metade de um avião que comporta 185 passageiros.”
Embora não faça referências diretas, vários sinais indicam que a Azul espera enfrentar maior concorrência da Gol. Quando era presidente da Jet Blue, Neeleman chegou a receber a visita de Constantino Júnior - o empresário brasileiro se inspirou na companhia americana para montar sua empresa no Brasil. Itens como serviço de bordo sem o uso de perecíveis e emissão eletrônica de bilhetes foram copiadas da Jet Blue.
“Hoje, faço a viagem de Nova York ao Brasil de TAM”, diz Neeleman, que havia chegado ontem ao país e que pretende ter a definição do nome do novo presidente da Azul até o fim desta semana. As rotas que a Azul irá operar continuam mantidas em segredo, a sete chaves.
Veículo: Valor Econômico


















